Os 12 melhores locais para visitar em Sevilha

BY: Andrea Romani Zerbini
09/10/2018
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Ali mesmo ao lado, na vizinha Espanha, fica uma das mais interessantes cidades da Península Ibérica: Sevilha. Repleta de história, Sevilha ganhou importância regional ainda antes da formação de Espanha, quando esteve sob domínio muçulmano e se converteu num dos principais centros comerciais e culturais da Ibéria. Mais tarde, já sob domínio espanhol, passou a ter um papel crucial na conquista das Américas pois daqui partiam as embarcações rumo à América dominada pelos espanhóis e para aqui voltavam carregadas de ouro e outras riquezas. Com tudo isto, Sevilha cresceu e floresceu e é hoje uma imponente cidade, repleta de monumentos de várias épocas, desde os muçulmanos até modernas construções do século XXI.

Felizmente Sevilha é uma cidade relativamente compacta, o que lhe permitirá visitar os marcos mais importantes em apenas dois dias, mas serão dias muito preenchidos! Muitos visitantes começam no centro, na margem leste do rio Guadalquivir (o maior rio de Sevilha), onde se situam dois dos monumentos mais famosos da cidade: o Alcázar e a Catedral de Sevilha, com a sua Torre Giralda. Há tantos locais para visitar em Sevilha que terá de regressar mais vezes à cidade para os ver a todos.

O Alcázar fica a um passo da catedral. Os governantes mouros começaram a construção deste deslumbrante palácio e depois os reis católicos de Sevilha terminaram as obras quando expulsaram os Mouros. Os edifícios foram concluídos segundo uma estética mourisca e os reis contrataram até operários muçulmanos para terminar a construção. A propriedade é complexa e não é fácil orientar-se lá dentro (o que torna a experiência ainda mais emocionante), mas o Alcázar vale bem o tempo que investir nele.

A catedral é uma visão majestosa e impressionante. O túmulo de Cristóvão Colombo encontra-se no seu interior, mas onde estão na realidade os seus restos mortais é ainda matéria para debate. Quando ressoam os sinos da Giralda, lembrando aos mais esquecidos onde fica a catedral, é importante recordar que esta torre de tijolos brancos começou por ser um minarete. Trata-se de um maravilhoso exemplo de arquitectura Almohad, com um acrescento tardio de arquitectura renascentista ao ápice – como uma cereja no cimo de um bolo.

Se gosta de arte e cultura, então deverá visitar o Museo de Bellas Artes na Plaza del Museo, que exibe obras de Goya, Murillo e Ribera, entre outros. Aventure-se pelo Barrio Santa Cruz para saborear o contraste de culturas, onde o antigo bairro judeu (judiaria) tem imensas praças repletas das famosas laranjeiras de Sevilha. Este antigo bairro assistiu a muita miséria no passado, mas é hoje um excelente sítio para repousar ou passear. Se gosta de touradas, então não perca a Plaza de Toros de la Real Maestranza. Mergulhe na longa história desta praça, ou assista a uma verdadeira tourada na Primavera. Convém dizer, contudo, que é um espectáculo que poderá impressionar os mais sensíveis.

Mesmo a leste de Alcázar fica a majestosa Plaza de España, cuja forma em meia-lua é percorrida por bonitas charretes. A maior parte dos edifícios foi construída para a Exposição Ibero-Americana de 1929. A sul da Plaza de España fica o verdejante Parque de María Luisa, um vasto espaço verde cheio de caminhos que se cruzam, aves a nadar nos lagos e palácios ocultos por detrás da folhagem das árvores.

Naturalmente, qualquer visita a Sevilha ficaria incompleta sem um passeio ao longo da margem do rio Guadalquivir, no bairro de El Arenal, ou sem uma passagem pela torre de vigia do rio – a Torre del Oro (Torre do Ouro), construída pelos Mouros e usada mais tarde como prisão e armazém para os tesouros trazidos das Américas.

Depois do pôr-do-sol poderá ir em direcção ao bairro de Triana para um bom jantar e para dançar, ou então opte por um espectáculo de flamenco em El Arenal, correndo os bares de tapas locais. As tapas são uma tradição culinária muito antiga da Andaluzia e de Sevilha, e são uma delícia. Estas são apenas algumas das sugestões que esperamos que tenham aberto o seu apetite para tudo o que pode ver em Sevilha. Quer tenha muito ou pouco dinheiro para gastar, a capital da Andaluzia oferecer-lhe-á todo o tipo de entretenimento e diversão.

 

1. Praça de Espanha

A Praça de Espanha é o melhor lugar para se ir em Sevilha quando tudo que queremos é relaxar, conversar e encher os nossos olhos com belas visões, sem precisar enfrentar filas. Situada dentro do parque Maria Luísa, esta praça transmite um clima de tranquilidade, seja pelos barcos que deslizam nos canais que a contornam, pela música ao vivo, ou pelos jovens namorando nos seus bancos azulejados extremamente coloridos. Esta praça foi construída por Anibal Gonzales para sediar a exposição Ibero-Americana de 1929. Construída em tijolo e cerâmica, em forma semicircular, rematada por uma torre em cada ponta, parece estar de braços abertos, como que acolhendo todos os que por lá passam, para que de perto observem os seus bancos.

Estes aliás, são o grande chamariz da praça. No total são cinquenta e oito bancos decorados com magníficos painéis de azulejo, que representam episódios históricos, de cada província da Espanha. No chão de cada banco encontra-se uma mapa de cada região. Acompanhando o desenho da praça, existe um canal semicircular cercado por uma grade que dá ao lugar uma ambiência muito especial e romântica. Cruzando os canais, existem quatros pontes pintadas em estilo mourisco com padrões florais, que representam os quatros reinos medievais da Península Ibérica. No começo de cada canal é possível alugar barcos para uma diversão sem compromissos e ter uma nova perspectiva da praça.

 

2. Catedral de Sevilha

Uma das maiores igrejas católicas do mundo, atrás apenas da St. Paul de Londres e de São Pedro, no Vaticano, a Catedral de Sevilha, assim como tantos outros importantes monumentos da Andaluzia, tem raízes muçulmanas. Foi erguida entre 1402 e 1506, sobre as bases de uma antiga mesquita moura – herança da ocupação árabe na cidade – que acabou em ruínas depois de um forte terremoto, em 1356. Na época, Sevilha florescia económica e culturalmente e isso precisava ser demonstrado na construção do novo templo. E tudo ali é feito com esse objectivo. São 80 capelas, a nave central mais comprida da Espanha, quatro naves laterais igualmente impressionantes e uma área de 23.500 metros quadrados. Quando foi finalmente inaugurada, a igreja tomava o lugar da Hagia Sophia, em Istambul, como maior catedral do mundo.

Embora grande parte dos símbolos do Islão tenham desaparecido ou sido cristianizados ao longo dos anos, a influência moura ainda é bastante evidente na Catedral de Sevilha. Em especial no Pátio de los Naranjos, um jardim de laranjeiras que, antigamente, servia de local para ritos e festas islâmicas. E se você acha que a Catedral de Sevilha não poderia ficar mais interessante, é ali dentro que, dizem, jazem os restos mortais de Cristóvão Colombo, aquele mesmo, o das Américas. O seu túmulo é sustentado por estátuas que representam os reinos de Castela, Aragão, Navarra e Leão, que mais tarde vieram a formar parte daquilo que a gente hoje conhece como Espanha. Não faltam motivos para que a igreja conste na lista de Patrimónios Culturais e Históricos da Humanidade da UNESCO, onde figura desde 1987, e a visita é sem dúvidas um dos grandes momentos de qualquer viagem à Andaluzia.

 

3. Alcázar de Sevilha

O Alcázar de Sevilha é um dos conjuntos monumentais mais representativos da cidade, do país e da cultura do Mediterrâneo. Entre seus muros e jardins conserva a evolução da história da cidade durante o último milénio, reunindo influências que, começando na época árabe, passam pela mudéjar da Baixa Idade Média chegando até o Renascimento, o Barroco ou o século XIX. A declaração como Património Mundial pela UNESCO, em 1987, significou o reconhecimento da sobrevivência de um conglomerado harmónico de culturas e civilizações, no qual estão presentes todos os seus elementos.

O visitante poderá conhecer um ambiente único através do legendário al-Mutamid, o monarca e poeta sevilhano do século XI, ou alguns dos personagens que iluminaram a Espanha moderna por volta de 1812. Você está prestes a entrar em um dos conjuntos mais visitados do mundo, num espaço onde se sentirá como parte da Humanidade, e onde o Patronato do Real Alcázar, junto com a Prefeitura de Sevilha, organiza uma série de actividades culturais e educativas, às quais também poderá assistir: ciclos de conferências, concertos, o Teatro de Primavera ou as Noites nos Jardins do Alcázar. Bem-vindo: sinta-se em casa, você está em um dos Palácios Reais mais Anuario antigos da Europa ainda em uso.

 

4. Praça do Cabildo

Concentrando grande quantidade de monumentos históricos, os bairros de Arenal e Santa Cruz, no centro histórico ou Casco Antiguo, recebem muitos visitantes para conhecer atracções como a Torre del Oro, o Teatro de la Maestranza, os Reales Alcazares, o Archivo de Indias, a Plaza del Triunfo, a Torre da Giralda e a Catedral. Com tanta gente a explorar a área, é curioso descobrir que junto a tanta agitação exista uma graciosa praça que de tão sossegada, parecer não existir nos mapas: a Praça do Cabildo. Em formato semicircular, a praça que se assemelha a um pátio interno, acompanha a fachada decorada com frescos de um prédio de três andares com balcões floridos. No térreo, as arcadas sustentadas por colunas de mármore formam uma passagem coberta abrigando um pequeno “shopping” com lojas de antiguidades e objectos coleccionáveis como selos, moedas e revistas,  além de artigos de decoração.

Do lado oposto, há uma fonte circular e uma curiosidade: a parede é um dos poucos traços remanescentes da antiga muralha moura. A praça recebeu este nome por ficar no terreno anteriormente ocupado pelo Colégio de San Miguel administrado pelo Cabildo da Catedral ao lado. O portal, o acesso pela Avenida de la Constituición e algumas das colunas no pátio são os vestígios que restaram. A quase sempre serena Praça do Cabildo se transforma aos Domingos quando recebe uma feira de filatelia, numismática e antiguidades. Além das barraquinhas procuradas por coleccionadores que vão trocar ou comprar selos e moedas, há outras vendendo artigos curiosos como cartões postais, pedras semipreciosas, insectos e outras bugigangas de antiguidade duvidosa.

 

5. Torre Giralda

Embora grande parte dos símbolos do Islão tenham desaparecido ou sido cristianizados ao longo dos anos, a influência moura ainda é bastante evidente na Catedral de Sevilha. Em especial no Pátio de los Naranjos, um jardim de laranjeiras que, antigamente, servia de local para ritos e festas islâmicas, e a torre La Giralda, minarete do século 12 transformado em campanário, que é um dos cartões-postais mais conhecidos da cidade. Sobre ela, há até um dito popular que diz que “não se sabe se foram os homens que a construíram para subir aos céus ou os anjos para baixarem à terra”.

A Torre era utilizada para chamar os fies à oração e também como observatório. Na época ela foi a construção mais alta do mundo, medindo 97,5 metros. Actualmente com 104,1 metros, a Giralda é a construção mais alta de Sevilha. Lá do alto é possível ter uma bela vista da cidade. E um detalhe – a Giralda é acessível a pessoas em cadeira de rodas. Todo o caminho até ao topo é feito por rampas! É que na época dos mouros o responsável por tocar o sino subia a Torre a cavalo. Uma óptima ideia para economizar tempo e energia!

 

6. Torre do Ouro

A Torre do Ouro foi erguida como uma atalaia de vigilância, visando evitar possíveis invasões pelo rio Guadalquivir. Uma das suas formas de protecção era uma gigantesca corrente que se desenrolava sob as águas e era erguida para impedir a passagem de barcos indesejados. O seu nome explica-se pelo revestimento de azulejos dourados que possuía antigamente ou então como armazém das riquezas procedentes dos barcos que chegavam da América.

Compõe-se de 3 partes, sendo a inferior dodecagonal e construída no séc. XII. A segunda, hexagonal, foi levantado na época do rei Pedro I, e a terceira, circular, foi rematado por uma cúpula, pertence ao séc. XVIII. Um pouco antes de finalizada, foi seriamente danificada pelo terremoto de Lisboa de 1755. A torre foi declarada Monumento Histórico-Artístico em 1931 e actualmente sedia o Museu Naval de Sevilha.

 

7. Parque Maria Luísa

O Parque foi inaugurado em 18 de Abril de 1914 como um parque público. O seu nome vem da antiga proprietária do terreno, a duquesa de Montpensier, María Luiza Fernanda de Borbón, que doou as terras à cidade de Sevilha em 1893. O Parque tem uma agradável área verde no meio da agitação de Sevilha, o que o faz dele um óptimo candidato para um passeio mais tranquilo. Além de várias árvores e bastante sombra, na caminhada o viajante encontra também algumas fontes de água.

Nos seus 34 hectares, o Parque Maria Luiza conta com dois museus construídos especialmente para a Exposição de 1929, o Museo Arqueológico e o Museo de Artes y Costumbres Populares. Abertos de terça a domingo, a entrada de cada um deles custa 1,50 Euros. Confirme o horário nos respectivos sites, que são variáveis.

 

8. Praça de Touros

A Praça de Touros de Sevilha é uma das praças mais antigas de toda a Espanha. Foi construída em 1761 por Vicente San Martin.A praça e as edificações formam um quarteirão quase todo triangular. O edifício da praça tem a forma de um polígono irregular, tanto interiormente como exteriormente. Isso tudo é consequência de uma obra construída ao longo de 120 anos. Uma das maiores características da arena da praça de toiros de Sevilha é que ela não é circular totalmente, porém ligeiramente oval.

Na Praça dos Touro de Sevilha você irá encontrar a Tribuna do Príncipe, construída, ou melhor, criada por Cayetano de Acosta. A capela dos toureiros está “representada”pela imagem da Virgem de los Dolores, atribuída a Juan de Astirga, que tem uma devoção entre os toureiros. Também tem um museu taurino com colecção de fotografias, trajes, quadros e outros, tudo relacionado ao mundo dos touros.Antes da Praça dos Touros de Sevilha ser construída as corridas eram feitas na Plaza de San Francisco.

 

9. Centro Andaluz de Arte Contemporânea

O Centro Andaluz de Arte Contemporânea (CAAC) é um museu dedicado à arte contemporânea localizado em Sevilha, sob alçada do Ministério da Cultura da Junta de Andaluzia. Desde 1997 baseou-se no mosteiro de Santa María das Cuevas, também conhecido como La Cartuja, um espaço recuperado para a Exposição Universal de 1992. Foi inaugurado em 1 de Janeiro de 1998, embora já tenha sido criado em 1990 e é um dos principais espaços da Andaluzia que abriga arte contemporânea, tanto de forma contínua como através de várias exposições temporárias. O museu tem mais de 3.200 obras de arte. Desde 2014, seu director é Juan Antonio Álvarez Reyes.

Antes de se transformar num mosteiro, os Almoádas no século 12  usaram-no colocando fornos de cerâmica no local, aproveitando sua localização ao lado do rio e tendo em vista a abundância de argilas existentes que o extraíram ao esculpir covas (mais tarde continuariam com a extracção de argila também os oleiros de Triana). Uma lenda de cerca de 1248 diz que uma imagem da Virgem Maria foi encontrada em uma das covas (supostamente escondidas durante a era muçulmana). Nesta área, foi construído o Mosteiro de Santa María de las Cuevas, onde esta imagem foi colocada.

 

10. Metropol Parasol

Projectado por Jürgen Mayer H. Architects, o projecto torna-se um novo ícone para Sevilha; é um lugar de identificação que pretende potenciar Sevilha como um dos destinos mais fascinantes do mundo da cultura. Metropol Parasol explora o potencial da Plaza de la Encarnación de se tornar um novo centro urbano contemporâneo; seu papel como um espaço urbano único dentro da densa trama urbana da cidade medieval de Sevilha permite uma variedade de actividades recreativas e comerciais.

Através de uma impressionante estrutura de madeira, a cidade ganhou um museu, um mercado, uma praça elevada, bares e restaurantes dentro dos guarda-sóis, além de um terraço panorâmico no topo da estrutura. A estrutura total – que conforma seis quebra-sóis em forma de cogumelos – mede aproximadamente 150m de extensão, 75m de largura e 28m de altura, a partir de uma rede ortogonal de 1,5×1,5m.

 

11. Palácio da Condessa de Lebrija

O palácio começou a ser construído no século XV e após vários donos só após 1901 quando foi vendido à Condesa de Lebrija e o restaurou e lhe deu uma nova época de esplendor. O palácio é uma típica casa senhorial sevilhana com um pátio rodeado de magníficos salões e um andar superior com acomodações mais aconchegantes para o frio do inverno.

A condessa como uma mulher culta foi recheando o palácio com uma vasta colecção de achados arqueológicos e de obras de arte que hoje podemos apreciar na visita com grande destaque para o mosaico romano que cobre o chão do pátio principal. É um encanto uma pessoa perder-se nos vastos salões da propriedade e apreciar a valiosa colecção que ali se encontra e mais uma vez nem damos pelo passar do tempo e está na hora da visita guiada aos aposentos superiores onde infelizmente não podemos tirar fotos às suas sala ricamente decoradas.

 

12. Casa de Pilatos

Se Sevilha encanta com o seu autentico labirinto de ruas no seu centro histórico a curiosidade de saber o que se encontra por detrás das suas paredes e conhecer o interior das grandes casas andaluzes então está na hora de abrir o mapa, treinar o espanhol e meter pernas à estrada. Praticamente dissolvido no emaranhado de ruas do casco histórico encontra-se uma verdadeira pérola dos palacetes sevilhanos Casa de Pilatos. A história desta magnifica “casa” remonta aos séculos XV e XVI quando se deu o inicio da sua construção por cima do que fora noutros tempos um palácio mudejar que foi sendo aumentada com sucessivas compras de outras casas e solares que a rodeavam o que resultou na adição de salões, pátios e jardins no que foi a maior residência privada de Sevilha. O nome de Casa de Pilatos nasce após uma peregrinação a Jerusalém de Don Fradique Enriquéz.

Vários anos de história ditaram o que conhecemos hoje deste palácio no qual se destacam dois estilos o italiano e o mudejar para o qual foram chamados artesão do reino de Granada para executar os intrincados estuques e os coloridos azulejos em maravilhosos salões espalhados pelos 10 mil metros quadrados de todo o conjunto. Para lá do portão de mármore que serve de singela entrada ao palácio, somos recebidos num imaculado pátio andaluz com uma fonte refrescante bem no seu centro. Em redor do pátio abrem-se colunatas de um intrincado estuque de estilo árabe e varandas com uma galeria com bustos de personagens importantes da antiguidade. Se tanto branco nos ofusca ante o sol do sul de Espanha são nas paredes que se encontram os maiores tesouros dos azulejos mouriscos que decoram aquele espaço.

 

Via Vortexmag.net

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Categoria: Destinos

Andrea Romani Zerbini

Há mais de 16 anos no mercado de turismo, essa é minha paixão desde os meus 19 anos. Sou Turismóloga: já trabalhei em companhia aérea, agências de viagem particulares e especializadas em atendimento corporativo. Aos 24 venci a insegurança e montei meu próprio negócio. O que mais me cativa é o relacionamento com diferentes públicos todos os dias: fazer parte do planejamento e assessoramento de suas viagens é o que me realiza.

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Há mais de 16 anos no mercado de turismo, essa é minha paixão desde os meus 19 anos. Sou Turismóloga: já trabalhei em companhia aérea, agências de viagem particulares e especializadas em atendimento corporativo. Aos 24 venci a insegurança e montei meu próprio negócio. O que mais me cativa é o relacionamento com diferentes públicos todos os dias: fazer parte do planejamento e assessoramento de suas viagens é o que me realiza.

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