Guia completo: O que fazer em Porto de Galinhas

BY: Andrea Romani Zerbini
05/12/2018
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Piscinas naturais

Na maré baixa, os corais da praia da vila vêm à tona e represam piscinas de água cristalina, num degradê que vai do incolor ao azul-bebê, passando por várias tonalidades de verde-água. Acrescente jangadas de velas coloridas, faça uma foto aérea ou dê um zoom nos turistas em meio aos peixinhos nas piscinas, e você tem os cartões-postais clássicos de Porto de Galinhas.

As piscinas em si são pequenas -- ou se tornaram pequenas para as multidões que fazem o passeio a cada maré baixa. Se todos quiserem entrar ao mesmo tempo na única piscina atualmente liberada para banho, vão imprensar os peixinhos... Uma segunda piscininha, fechada ao público, tem o desenho do mapa do Brasil e, clic! clic! clic! clic!, precisa ser vista e fotografada por todo mundo. Mas quer saber? Na minha opinião, o desembarque nas piscinas é a parte menos interessante do passeio. Até porque é ecologicamente incorreto (além de desconfortável) caminhar sobre os corais.

O que continua delicioso no passeio às piscinas é poder deslizar de jangada sobre o mar transparente da Praia da Vila. Da beira-mar até a região das piscinas, a água do mar vai ficando cada vez mais cristalina, sobretudo no contraste com o coral escuro. O passeio não termina nos corais: depois do passeio pelas piscinas mais cobiçadas, o jangadeiro leva a uma outra área rasinha em alto mar, perfeitamente desimpedida, onde dá para mergulhar naquele mar caribenho. Haverá bem menos peixinhos do que na piscina 'principal', mas o banho é infinitamente mais gostoso.

 

Como fazer o passeio

As jangadas saem do trecho da praia em frente à Praça das Piscinas Naturais, no centrinho. Você paga pelo passeio no guichê da Associação dos Jangadeiros (R$ 25 por pessoa; outubro/2016) e ganha uma ficha. Desce à praia, acha o coordenador dos passeios -- ele encaminha você a uma jangada onde caiba o seu grupo; você entrega a ficha ao jangadeiro. Cada jangada leva até 6 passageiros.

O horário dos passeios muda diariamente, de acordo com o movimento das marés (a cada dia, a maré começa a vazar/encher entre 30 e 45 minutos mais tarde do que na véspera). As jangadas começam a sair 2h antes do nível mínimo da maré. O ideal é sair nesse horário mesmo, para pegar as piscinas menos cheias. Caso você queira entrar na piscina dos peixinhos, vai precisar chegar ao coral cedo; faltando meia hora para o nível mínimo da maré, a piscina é desocupada (pode ser vista e fotografada, mas não dá para entrar).

Da beira-mar às piscinas, a jangada leva uns 15 minutos. A permanência no coral é de cerca de meia hora. A segunda parada para banho também leva outra meia hora. No total, o passeio dura 1h30.

O passeio é mais bonito durante as luas cheia e nova, quando a maré baixa pela manhã e seca mais, expondo mais os corais e tornando a água mais cristalina. O passeio não vale a pena em dias nublados ou chuvosos; sem incidência direta da luz solar, as piscinas ficam opacas.

Hotéis e pousadas de Porto de Galinhas costumam ter tábua das marés à disposição dos hóspedes. Também dá para consultar a tábua de marés do Ministério da Marinha online.

 

As praias

De Muro Alto até a Ponta de Serrambi, Porto de Galinhas tem 12 km de praias. Os trechos bons para banho, porém, são poucos. Veja onde vale a pena pegar praia, de norte a sul:

 

Muro Alto

Contida entre um pequeno barranco (o tal muro alto) e um longo arrecife, esta praia é praticamente um piscinão. (Nas marés mais baixas, porém, pode secar demais durante quatro horas a fio.) Serve de praia para o hotel Nannai e alguns flats que estão à beira-mar; e também para o Summerville e outros flats, que estão a 5 e 10 minutos de caminhada. Os hóspedes desses hotéis acessam a praia pela ponta sul, que pode ficar sem areia na maré alta, quando o mar chega ao muro. Quem não está hospedado nesses hotéis chega à praia pela ponta norte, onde a faixa de areia é mais larga e não desaparece na maré alta. Faz parte do roteiro de todos os bugueiros; costuma ser a parada mais longa para banho. Partindo da vila, a corrida de táxi até o acesso norte de Muro Alto sai entre R$ 45 e R$ 50.

 

Pontal do Cupe

Não confunda com a Praia do Cupe, que é o praião que se estende por 5 km desde a vila até ali. Nananina. O Pontal do Cupe é apenas a ponta norte da praia, e merece ter um nome só seu por contar com a proteção de recifes que tornam o banho seguro em qualquer maré. Serve de praia para os hóspedes do Pontal de Ocaporã, da Pousada Tabapitanga e do Tabaobi Smart Hotel, que ficam a 5 minutinhos de caminhada. É uma praia deliciosa e pouco conhecida; quando faz parte do roteiro dos bugueiros, é apenas para dar uma olhada, descer e subir de volta no bugue. É um desperdício: esta é a praia que combina um banho gostoso com densidade demográfica baixa. Há barracas simples rente à areia, que alugam simpáticas cadeirinhas de nylon e alumínio. Há três verões ganhou um bar mais estruturado, o Bar da Praia, que tem serviço de mesas sobre o barranco e na areia, mas infelizmente usa aquelas mesas e cadeiras amarelas de plástico fornecidas pelas cervejeiras.

Para chegar, saia da PE 009 como se fosse para o hotel Pontal de Ocaporã, passe reto pelo hotel e continue 400 metros: você já verá o estacionamento do Bar da Praia à sua direita. De táxi, pelo taxímetro, sai entre R$ 40 e R$ 45 desde a vila.

 

Praia da Vila

A praia do centro não serve só para ir à piscina natural, não: os mesmos corais que formam as piscinas também fazem desta uma das praias mais deliciosas do Brasil. Mas não se prenda ao trecho mais central, bem em frente às piscinas, onde estão enfileirados bares e restaurantes: ali a praia fica muito cheia, e a maré alta come bastante a faixa de areia.

O trecho mais interessante é à esquerda da Praça das Piscinas Naturais, fora da área das jangadas. Ali a praia é uma delícia em qualquer maré, e as barracas, ainda que simples, estão mais higiênicas, desde que suas cozinhas foram tiradas da areia (funcionam todas numa pracinha auxiliar acima da praia). O trecho à direita da praia central também é gostoso -- recomendável para quem quer pegar praia sem tanta estrutura, e poder caminhar por um trecho de praia ladeado pelo coqueiral (que se estende até Maracaípe).

 

Maracaípe

3 km ao sul da vila, Maracaípe tem personalidade própria: é a praia dos surfistas e dos espíritos independentes. Os turistas apenas cruzam a beira-mar de bugue, a caminho do Pontal de Maracaípe, onde vão fazer o passeio do manguezal para ver cavalos-marinhos. O mar não é nada amigável para que não surfa; mas para quem curte a atmosfera do surf, vale o passeio. Há bares rústicos na areia no início da praia e, mais adiante, a Vila de Todos os Santos, com bons restaurantes para almoçar.

No Pontal do Maracaípe rola uma prainha na foz do rio, com mesinhas dentro d'água.

Vans e ônibus unem Porto e Maraca a todo instante; pegue na entrada da vila (na pista oposta ao posto de gasolina). Em outubro de 2016, custavam R$ 2,80.

 

Enseadinha de Serrambi

A praia mais perfeitinha de Porto de Galinhas fica em Serrambi: a Enseadinha tem um desenho delicado (o nome já entrega), água azul-clarinha e excelentes condições de banho em qualquer maré (na maré baixa, as piscinas naturais se formam rente à beira). É a praia quase particular de quem está hospedado no Serrambi Resort (e das casas vizinhas), mas o acesso é livre. Não há, contudo, bares de praia; só mesmo ambulantes. Para chegar, é preciso pegar a estrada de Porto de Galinhas a Serrambi e, ao chegar ao centrinho, entrar no condomínio Enseadinha, à esquerda (tem uma guarita, mas dá para passar de carro sem problema). Da vila de Porto à Enseadinha são 14 km.

 

Passeios de bugue

Em Porto de Galinhas, os bugues não fazem passeios a dunas ou lagoas, nem percorrem longos trechos à beira-mar. O trânsito pela areia da praia foi proibido há muitos anos (no que as autoridades estão certíssimas). O que os bugues oferecem em Porto de Galinhas é um city-tour com direito a sol e vento no rosto.

OK, o bugue passa por dois trechos que carros comuns não percorrem: um trecho ao longo da Praia do Cupe, em que uma estradinha de terra foi mantida junto ao mar. E o trecho final ao Pontal de Maracaípe, onde excepcionalmente é permitido o tráfego de veículos na areia.

 

Ponta a ponta

O passeio-padrão é o Ponta a Ponta, que passa em todas as praias de Muro Alto ao Pontal de Maracaípe (leia sobre as praias aqui). O passeio pode ser combinado com extras, pagos à parte: o passeio de jangada às piscinas naturais na praia da Vila e o passeio dos cavalos-marinhos no Pontal de Maracaípe.

A Associação dos Bugueiros (tel. 81/3552-1930) tem um quiosque no final do calçadão da rua das Piscinas Naturais. Pela tabela da associação, o passeio ponta a ponta de 6 horas custa R$ 250; o ponta a ponta de 3 horas, R$ 200 (janeiro/2017). O roteiro não muda -- a diferença está no tempo dedicado a cada parada. Na alta temporada os bugueiros, logicamente, preferem fazer o roteiro mais curto, que permite que ele faça dois passeios no dia. Se você for fazer o passeio de jangada às piscinas naturais no mesmo dia do passeio de bugue ponta a ponta, programe o início passeio para depois da visita às piscinas.

 

Pontal de Maracaípe

Os bugueiros também oferecem um roteiro mais curto, de Porto de Galinhas ao Pontal do Maracaípe. O bugueiro espera enquanto você faz o passeio dos cavalos marinhos e depois traz você de volta. Custa R$ 120 (janeiro/2017) e precisa ser agendado com hora marcada.

Vale a pena o passeio de bugue?

Se você não estiver de carro alugado e gostar de chacoalhar montado no banco de trás de bugue, vale.

Caso você tenha alugado carro, saiba que o único ponto em que você não chega com carro convencional é à praia do Pontal de Maracaípe (você teria que estacionar na Vila de Todos os Santos ou no estacionamento atrás do portinho do passeio de jangada do rio Maracaípe e andar 15 minutos pela areia).

 

Cavalos marinhos

Jangadeiros estão sempre a postos no Rio Maracaípe para um passeio pelo manguezal. Lá pelas tantas, o jangadeiro mergulha com um pote de vidro, que ele usa para capturar cavalos-marinhos no mangue. O pote então vira um aquário para apreciar (e fotografar) os bichinhos, antes de serem devolvidos a seu habitat. O passeio custa R$ 25 por pessoa; cada jangada leva até 6 passageiros. De volta ao pontal, dá para aproveitar os barzinhos com mesas e cadeiras dentro d'água. O horário mais concorrido é o do pôr do sol.

Chega-se ao Pontal de Maracaípe em qualquer um dos passeios de bugue. Se você for de carro, estacione atrás do portinho do rio.

Um excelente complemento ao passeio é uma visita à sede do Projeto Hippocampus, que cuida da preservação do cavalo-marinho na costa brasileira (e controla a visitação ao mangue de Maracaípe). A sede do projeto, na rua Esperança (na saída de Porto de Galinhas a Maracaípe), funciona como um museu de ciências dedicado ao cavalo-marinho. Abre de 3ª a sábado das 9h ás 12h50 e das 14h30 às 16h50. Fecha domingo e 2ª. O ingresso custa R$ 12 (grátis para crianças até 1,20m e maiores de 60 anos). Preço de janeiro/2017

 

Passeios a outras praias

Muita gente parte para "conhecer" outras praias antes de aproveitar as praias de Porto de Galinhas como deveriam... Spoiler: acho que uma escapulida à Praia dos Carneiros vale a pena, mas Calhetas é meio dispensável e Maragogi, longe demais para encarar.

 

Calhetas

Com a nova estrada, as praias do Cabo de Santo Agostinho ficaram a meros 35 km do centrinho de Porto de Galinhas -- ou menos de 40 minutos de viagem. A praia que é destino dos passeios é Calhetas, uma prainha de mar sossegadíssimo, ocupada por um mega-bar. A praia é bonita e a viagem não é cansativa -- mas a densidade demográfica costuma ser bem alta na temporada. A visita não depende da maré. No local bugueiros oferecerão passeios pela península do Cabo de Santo Agostinho, incluindo parada para banho de lama.

 

Praia dos Carneiros

Carneiros está para Porto de Galinhas assim como a Praia do Espelho está para Porto Seguro -- o bate-volta mais desejado do pedaço.

É justificado: Carneiros é uma praia diferente, situada na foz do rio Formoso, que tem águas esverdeadas ou azuladas o ano inteiro, ladeado por coqueirais nas duas margens. Apesar de ter vários bares e praia muvucados, a praia também oferece trechos de aparência selvagem. O coqueiral esconde um bibelozinho que só se descobre caminhando: a igrejinha de São Benedito, postada rente à areia, eternamente à espera dos fotógrafos.

 

Curtir Carneiros independe da maré. A maré baixa faz surgir uma piscina nas pedras junto à areia, e também represa piscinas naturais em alto mar, mas a maré alta, além de não oferecer perigo ao banho, deixa a praia mais gostosa de entrar.

De carro, são 50 km desde o centrinho de Porto: saia em direção a Serrambi, siga então à PE 060 e saia da estrada pelo novo acesso a Carneiros, que dispensa passar pelo centro de Tamandaré. Para chegar à praia, é preciso usar o estacionamento (pago) de um dos 4 restaurantes abertos ao público. O Beijupirá Praia dos Carneiros (tel. 81/3676-1461) é o mais refinado, e também serve aos hóspedes dos Pontal dos Caneiros Beach Bungalows. O Bora-Bora (tel. 81/3676-1482) é o bar mais antigo da praia, e costuma ser o point de muitos tours (o estacionamento custa R$ 30). O Jobar (tel. 81/3676-1421), nos Bangalôs do Gameleiro, tem boa gastronomia e ambiente sossegado. O Arikindá é o bar/restaurante da Pousada Praia dos Carneiros; sua área de praia tem seções para hóspedes e não-hóspedes. Fora da muvuca, mais afastado da foz, já na área totalmente fluvial da praia, o Restaurante da Prainha, anexo à pousada Sítio da Prainha (tel. 81/3676-1681) também recebe visitantes para passar o dia. Indo a Carneiros por conta própria, você pode se encaixar localmente em passeios de lancha (R$ 50 por pessoa, outubro/2016) e catamarã (R$ 40 por pessoa, outubro/2016) a piscinas naturais (na maré baixa), à praia de Guadalupe, ao manguezal e a um ponto onde dá para tomar um banho de argila.

Em tour organizado, a maioria dos passeios já inclui o passeio de catamarã. Os passageiros vão e voltam de ônibus ou van; cada grupo já vai com seu catamarã pré-determinado. Alimentos e bebidas não estão incluídos. Os preços começam em R$ 90 (R$ 45 para crianças); preço de janeiro/2017.

 

Pernoitando em Carneiros

Pernoitar em Carneiros torna o passeio mais tranqüilo e aproveitável. A praia tem quatro pousadas à beira-mar.

A melhor localização é dos Portal dos Carneiros Beach Bungalows, num coqueiral civilizadamente gramado no ponto da praia e que o mar prevalesce sobre o rio. Alguns bangalôs tem 4 apartamentos para casal, outros têm 3 quartos e acomodam famílias de até 6 pessoas. A adição de uma piscina tornou a pousada ainda mais confortável.

Os Bangalôs do Gameleiro oferecem uma rusticidade charmosa. Já a vizinha Pousada Praia dos Carneiros faz o gênero pequeno resort; tem uma boa piscina mas os quartos são básicos demais. O Sítio da Prainha, na área fluvial da praia, tem apartamentos básicos e bangalôs superequipados.

Estando de carro, considere também se hospedar em Tamandaré, a sede do município, que tem igualmente uma praia lindíssima, de mar azul-bebê, protegida por corais. No canto mais sossegado (ou menos muvucado) da praia do centro, o Coral Beach tem boas instalações e permite que você faça o footing noturno no calçadão. A pousada Baía Branca tem uma ótima piscina e está numa boa área residencial, de casas de veraneio. Já o novíssimo Carneiros Beach Resort é um flat grandalhão, com muitas piscinas, num ponto de Tamandaré a quinze minutos de caminhada de Carneiros, pela areia.

 

Maragogi

É o famoso "já-que". Já que estamos aqui tão pertinho, porque não vamos até ali? O problema é que esse até-ali não é tão pertinho assim. Os 95 km que separam o centro de Porto de Galinhas dos pontos de embarque às Galés de Maragogi levam duas horas para ser percorridos, com o caminhões e as curvas da PE 060. Chegando em Maragogi, leva-se até meia hora para embarcar um grande grupo num catamarã. A isso, acrescente mais meia hora da beira-mar de Maragogi até as Galés.

Então eu deixo a pergunta: se as marés baixas que mais valem a pena, as das luas cheia e nova, acontecem entre 9 e 11 da manhã, a que horas você precisa sair do hotel em Porto de Galinhas para estar em alto mar em Maragogi às 8h30 ou 10h da manhã? Sem falar que, entre a saída de Porto e a chegada em Maragogi, o tempo pode ter virado -- e piscina natural sem sol brilhando é roubada.

Vai por mim: o passeio às piscinas naturais de Maragogi é ótimo -- para quem já está em Maragogi. Vir de algum outro lugar, seja Maceió, seja Porto de Galinhas, é roubada em potencial.

 

Recife & Olinda

Os city-tours Recife-Olinda vendidos em Porto de Galinhas normalmente não incluem a Oficina Brennand, o que considero um pecado. Alguns perdem tempo com visita a alambique de cachaça e parada no shopping

Se você está de carro, aqui vai o meu roteiro ideal para um dia intenso entre Recife e Olinda. Em Recife, comece pela Oficina Brennand (2ª a 5ª das 8h às 17h; 6ª das 8h às 16h; sábado e domingo das 10h às 16h). Siga para Olinda; visite o Alto da Sé, o Mosteiro de São Bento, caminhe pela Rua do Amparo e almoce por lá. Sugiro o Oficina do Sabor (Rua do Amparo, 335, tel. 81/3429-3331; fecha 2ª) ou o Patuá (Bernardo Vieira de Melo, 79, tel. 81/3055-0833; fecha 2ª). Continue para o Recife Antigo, onde ainda deve dar tempo para visitar a Sinagoga mais antiga das Américas (3ª a 6ª das 9h às 17h; domingo das 14h às 18h; fecha sábado e 2ª), o simpático Paço do Frevo, que tem monitores para ensinar a dançar frevo no andar mais alto (3ª a 6ª das 9h às 17h; sábado e domingo das 14h às 18h; fecha 2ª) e ao magnífico Cais do Sertão, um museu em homenagem ao homem nordestino e ao ícone-mor Luiz Gonzaga (3ª a domingo das 11h às 17h; fecha 2ª).

(Caso você faça questão de incluir no tour o Instituto Ricardo Brennand, que abre de 3ª a domingo das 13h às 17h, vá primeiro a Olinda e depois aos Brennands; almoce no café da Oficina Brennand.)

Há tanto o que ver e fazer hoje no Recife que o ideal é passar duas noites na capital. Durma sábado e domingo no Recife, e além de se livrar da extrema muvuca de Porto, você visitará as atrações recifenses com calma e trânsito mais desimpedido. No sábado, visite a Oficina Brennand, o Instituto Ricardo Brennand, a Fundação Gilberto Freyre e o bairro do Poço da Panela (tem um roteirinho pronto aqui). No domingo, esteja em Olinda a postos às 10h para a missa com canto gregoriano no Mosteiro de São Bento, passeie pela rua do Amparo, almoce e depois passe uma tarde mais completa no Recife Antigo. Visite os museus enquanto o sol está quente, depois atravesse de barquinho para o Parque de Esculturas do Marco Zero e faça o passeio de catamarã pelo Capibaribe ao entardecer. O domingo no Recife Antigo é uma festa: ciclovias trazem recifenses de bairros da Zona Norte e da orla, e ao anoitecer grupos amadores de maracatu fazem seus ensaios nas ruelas do bairro.

 

 

Via Viaje na Viagem

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Categoria: Destinos

Andrea Romani Zerbini

Há mais de 16 anos no mercado de turismo, essa é minha paixão desde os meus 19 anos. Sou Turismóloga: já trabalhei em companhia aérea, agências de viagem particulares e especializadas em atendimento corporativo. Aos 24 venci a insegurança e montei meu próprio negócio. O que mais me cativa é o relacionamento com diferentes públicos todos os dias: fazer parte do planejamento e assessoramento de suas viagens é o que me realiza.

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Há mais de 16 anos no mercado de turismo, essa é minha paixão desde os meus 19 anos. Sou Turismóloga: já trabalhei em companhia aérea, agências de viagem particulares e especializadas em atendimento corporativo. Aos 24 venci a insegurança e montei meu próprio negócio. O que mais me cativa é o relacionamento com diferentes públicos todos os dias: fazer parte do planejamento e assessoramento de suas viagens é o que me realiza.

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